Quando o nome vira disputa: o caso Nattanzinho e a importância do registro de marca

Imagine trabalhar por anos construindo sua carreira, investindo em divulgação, conquistando público… e, de repente, descobrir que outra pessoa registrou o nome que você usa artisticamente. Parece história de filme, mas é exatamente o que está acontecendo com dois cantores do forró que compartilham o mesmo nome artístico: Nattanzinho.

A disputa pelo nome Nattanzinho

De um lado está Nattan, cearense de grande sucesso nacional, conhecido por hits como “Storiezin” e “Love Gostosinho”. Do outro, Natanzinho Lima, também cantor, que afirma usar o nome desde 2017. A confusão começou quando, em novembro de 2024, a equipe de Nattan registrou oficialmente a marca “Nattanzinho” junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Poucos meses depois, a equipe de Lima apresentou uma oposição, alegando uso anterior do nome e risco de confusão no mercado.

O INPI agora está analisando a disputa, que pode levar até 15 meses para ser resolvida. Nesse período, os dois artistas seguem suas carreiras normalmente. Curiosamente, mesmo com toda essa polêmica, eles têm mantido uma relação amistosa. Já cantaram juntos em eventos recentes e garantem que não há briga pessoal. Mas, nos bastidores, o caso levanta um alerta importante para qualquer empreendedor ou criador: quem não registra sua marca, corre risco de perdê-la.

nome artístico nattanzinho

A legislação brasileira é clara: o direito ao uso exclusivo de uma marca é garantido a quem a registra primeiro, salvo algumas exceções. Uma delas é o uso anterior comprovado, ou seja, se alguém já utilizava o nome de forma contínua e pública antes do registro feito por outra parte, pode tentar reverter a situação. No entanto, essa é uma disputa longa, trabalhosa e que exige provas concretas.

Nesse caso, Natanzinho Lima tenta provar que o nome “Nattanzinho” já fazia parte da sua identidade artística desde 2017. Ao mesmo tempo, Nattan argumenta que construiu notoriedade nacional com esse nome e que agiu de boa-fé ao registrá-lo. O INPI levará em conta diversos fatores, como o reconhecimento público, o tempo de uso e a capacidade distintiva da marca.

Registro de marca: quem tem prioridade?

Esse episódio é mais do que uma curiosidade do mundo da música. Ele ilustra o que pode acontecer quando duas pessoas usam um mesmo nome sem proteção legal. E não estamos falando apenas de artistas: empreendedores, influencers, donos de lojas físicas e digitais, todos estão sujeitos a esse tipo de problema.

Por isso, registrar a marca no INPI não é um luxo, é uma necessidade. É esse registro que garante o direito legal de exclusividade e protege contra concorrência desleal. Mesmo que você esteja começando agora, o ideal é fazer isso o quanto antes. O tempo de uso pode ajudar em disputas, mas não substitui o valor de um certificado oficial.

Proteja sua marca antes que vire disputa

Além disso, o processo de registro está cada vez mais acessível. Empresas especializadas, como a Forza Registro de Marcas, oferecem acompanhamento completo, cuidando de cada etapa, da escolha da classe certa ao monitoramento de oposições. E o melhor: com condições facilitadas e atendimento próximo, para que você possa focar no que realmente importa, o crescimento do seu negócio ou projeto criativo.

Não deixe seu nome virar disputa. Conte com a Forza para registrar sua marca com segurança, agilidade e o melhor custo-benefício do mercado. Estamos prontos para proteger sua identidade no mundo dos negócios.

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